terça-feira, 12 de maio de 2015

Livros que comprei em Abril

Olá leitores! Andei meio sumida, mas vou mostrar aqui hoje os livros que eu ganhei e comprei, foram bem poucos mas vamos lá!





1° - Se eu ficar | Gayle Forman


Sinopse:

A última coisa de que Mia se lembra é a música. Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais mas não sente nada. Tudo o que ela pode fazer é assistir ao esforço dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera... e o seu amor luta para ficar perto dela. Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas.

Esse livro vem me perseguindo desde o ano passado na Play Store. Foram três motivos que me fizeram compra-lo. Como ele vinha me perseguindo desde o ano passado fui pesquisar sobre o que ele falava, vi uma resenha e gostei. Na verdade gostei mais da organização do livro do que da história em si, esse foi o segundo motivo. O terceiro motivo é que também fala sobre música, e eu amo música. Ok, ele também estava na promoção, isso influenciou também. Quanto a edição, gostei bastante, as folhas tem notas musicais. Ainda não li, mas quando ler faço resenha.


2° Perdão, Leonard Peacock | Matthew Quick


Sinopse:

Hoje é o aniversário de Leonard Peacock. Também é o dia em que ele saiu de casa com uma arma na mochila. Porque é hoje que ele vai matar o ex-melhor amigo e depois se suicidar com a P-38 que foi do avô, a pistola do Reich. Mas antes ele quer encontrar e se despedir das quatro pessoas mais importantes de sua vida: Walt, o vizinho obcecado por filmes de Humphrey Bogart; Baback, que estuda na mesma escola que ele e é um virtuose do violino; Lauren, a garota cristã de quem ele gosta, e Herr Silverman, o professor que está agora ensinando à turma sobre o Holocausto. Encontro após encontro, conversando com cada uma dessas pessoas, o jovem ao poucos revela seus segredos, mas o relógio não para: até o fim do dia Leonard estará morto.

Gostei muito desse livro por causa da história. Eu também vi uma resenha e fiquei com mais vontade de ler. Já comecei a ler, não li muito mas o que eu li foi ótimo. estou gostando bastante. Quanto a edição é simples e bonita.





3° Harry Potter e a Ordem da Fênix | J. K. Rowling



Eu ainda não tinha lido todos os livros do Harry Potter. Só os que tinha na biblioteca da escola. O que não eram muitos então quando ganhei esse livro fiquei muito feliz. Pretendo reler os livros que estão na biblioteca e comprar os que faltam. E vou fazer resenha de todos pra vocês.

sábado, 11 de abril de 2015

Resenha: A Culpa é das Estrelas

Título: A culpa é das estrelas

Sinopse: Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.



Todo mundo já leu A culpa é das estrelas se não leu, viu o filme, e se não viu o filme pelo menos já ouviu falar, e se você não ouviu falar e nem viu essa capa antes, sinceramente acho que você deve ter morado numa caverna nos últimos dois ou três anos. Mas mesmo assim resolvi fazer uma resenha desse livro para vocês então vamos!

  O livro conta a Historia de Hazel Grace uma garota de dezesseis anos com câncer.Logo no começo do livro a mãe dela resolve que ela está deprimida e que ela tem que ir a um grupo de apoio para jovens com câncer, ela não quer ir mas acaba indo e lá ela conhece Isaac e depois seu melhor amigo Gus e é aí que o romance começa. Ela vai conhecendo melhor o Gus, um ex jogador de basquete sem uma perna, e eles viram amigos, mas ela não quer se envolver muito com ele porque ela se considera "uma granada" e se ela explodir ela vai atingir todos a sua volta, mas eles se apaixonam e ficam juntos (Claro). A Hazel também é viciada num livro chamado uma aflição imperial que acaba no meio de uma frase, e ela quer muito saber o final,e ela  acaba viajando para Amsterdã com o Gus, onde o autor do livro mora, para saber o final e é lá que a coisas entre Hazel e Gus acontecem.

 Na minha opinião eu gostei mas acho que o romance deles foi muito rápido, acho que o autor devia ter desenvolvido mais a parte deles se conhecendo, umas 30 páginas a mais resolveriam. Eu achei os diálogos lindos e bem filosóficos, por serem bem filosóficos não ficou muito realista e eu não conseguiria imaginar pessoas conversando assim na vida real.O livro tem uma escrita leve fácil de ler.Eu gostei da Hazel mas depois de ler mais livros do John Green você percebe que os personagens são praticamente iguais, os coadjuvantes são incríveis, mas os personagens principais nem tanto. Eu dou 4 estrelas e meia pra esse livro.


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 Então é isso leitores! a próxima resenha do blog vai ser também de um livro do John Green o Cidades de Papel, espero postar bem em breve.

Espero que tenham gostado e obrigada por visitar o Lia Lê

Fotos: We Heart it e Google imagens.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Desejos literário

Olá pessoal! Tudo bem?
Dessa vez eu vim trazer alguns livros que eu gostaria de adquirir na minha estante, (Na verdade eu ainda não tenho uma estante, guado meus livros em cima da minha comoda, mas eu gosto de chamar de estante, então é estante.) Alguns desses livros já estavam na minha lista de desejos a algum tempo mas não os comprei por falta de verba($$$), estou me controlando bem para não entrar em sites de compra, para não sair falida. Vou esperar a Black Friday, vou sair falida do mesmo jeito, mas por um bom motivo, vou comprar muito mais livros. Mudando de assunto vamos para a lista:

Livros que eu quero










Agora as Séries e Trilogias 








Admito que entre as séries e trilogias, eu quero mais é "Se eu ficar" e "Jogos Vorazes", mas quero ler todos.

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Espero que tenham gostado! Beijosss!

sexta-feira, 27 de março de 2015

Lia Lê: "Ler devia ser proibido"


Lia lê



LER DEVIA SER PROIBIDO


A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.
Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Dom Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tomou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não dêem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verosimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas lêem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. E esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metros, ou no silêncio da alcova. Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.
Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.
Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores e alegrias, tantos outros sentimentos. A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.

Ler pode tornar o homem perigosamente humano.

Por Guiomar de Grammon

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Oi gente, essa é a primeira postagem do blog, resolvi postar porque achei o texto muito bom, pretendo postar mais textos assim, pelo menos enquanto não faço resenhas. Espero que tenham gostado!

Beijos...